(B) Qualidade educacional

No cálculo da Produtividade Total dos Fatores, as medidas utilizadas para os dois tipos de capital refletem quantidade, mas não qualidade. Isso é particularmente importante quando abordamos o capital humano: um ano de estudo em Burundi é muito provavelmente diferente de um ano de estudo no Uruguai, que muito provavelmente é diferente de um ano de estudo na Suíça. Há potenciais diferenças na qualidade do ensino, associadas por exemplo à formação dos professores, infraestrutura das escolas etc.

E uma educação de melhor qualidade tem como resultado uma PTF mais alta, pois a medida de capital humano capta apenas a quantidade do insumo.

Em outras palavras, a PTF é um resíduo: ela reflete tudo o que afeta as diferenças de renda entre países, mas que não está contabilizado nas medidas de capital físico e humano. Como o capital humano é em geral medido levando em conta apenas anos de estudo médios, as diferenças de qualidade educacional acabam se refletindo em diferenças de PTF entre países.

Isso é potencialmente relevante, basta observar que alunos de países desenvolvidos têm desempenho médio significativamente superior ao de alunos de países mais pobres em exames internacionais padronizados, como é o caso do Programme for International Student Assessment (PISA).

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