Rolagem de dívida

Em tese, qualquer pessoa pode possuir títulos públicos (dívida mobiliária). Na prática, grande parte dos títulos é de propriedade de bancos, fundos de investimento e fundos de previdência, nacionais ou estrangeiros.

O governo brasileiro atualmente só tem dívida contratual denominada em dólares, concentrada em empréstimos tomados de organismos multilaterais – como o Bird (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento) e o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) – e de agências governamentais estrangeiras (como o Japan Bank for International Cooperation e o KfW Bankengruppe). Entretanto, como mencionado anteriormente, a dívida contratual representa uma fração muito pequena (menos de 1%) do total da dívida pública brasileira.

É importante notar que a dívida do governo – seja ela mobiliária ou contratual – pode mudar de mãos ao longo do tempo. Já vimos que isso pode acontecer quando os títulos públicos são comprados e vendidos entre os agentes privados. Também pode haver alteração de quem são os detentores da dívida quando há o processo de rolagem da dívida, ou seja, quando o governo refinancia dívidas antigas cujo prazo de pagamento venceu. Isso pode ser feito por meio da emissão de novos títulos em substituição dos antigos (que estão vencendo), da renovação de contratos de empréstimos ou firmamento de novos contratos.

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