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Você sabe o que é a EPL? Sorte sua. Melhor não saber quem mete a mão em nosso bolso, dói menos.

Afinal, é um conforto saber que pagamos impostos para termos polícia, escolas e SUS; ao mesmo tempo, é doloroso saber que nosso o dinheiro do imposto desce ralo abaixo, indo por exemplo para a EPL -  Empresa de Planejamento e Logística S.A. -, estatal criada para construir o famigerado trem-bala ligando Rio de Janeiro e São Paulo.

A EPL consome cerca de R$ 70 milhões por ano do orçamento público para pagar os salários de 140 funcionários e fornecedores, que prestam serviços de projetos e pesquisas na área de transporte. Suas receitas não cobrem seus gastos e o contribuinte vem socorrê-la para fechar as contas.

O trem-bala felizmente não saiu do papel. Era um luxo desnecessário, devido à existência de transporte aéreo e rodoviário baratos conectando Rio de Janeiro e São Paulo – isso em um país onde milhões de crianças moram em casas não conectadas à rede de esgoto. Se continuássemos a sandice de construir o trem-bala, mais cedo ou mais tarde teríamos de desviar recursos de saúde e da educação para cobrir as perdas de mais uma empresa estatal mal pensada.

Assim como a EPL, existem outras fontes de desperdício no setor público. Não só em empresas estatais, mas também em assessorias de parlamentares, frequentemente ocupadas por genros preguiçosos ou sobrinhos surfistas que raramente pisam em Brasília e não contribuem em nada para o país.

É tarefa de quem quer um Brasil melhor para todos desmontar o desperdício. À medida que pouparmos, fechando estatais e cortando as mamatas, podemos destinar mais recursos para as funções do Estado que de fato beneficiam a população.

 

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Lembra do trem-bala? Ainda pagamos a conta

Você sabe o que é a EPL? Sorte sua. Melhor não saber quem mete a mão em nosso bolso, dói menos. Afinal, é um conforto saber que pagamos impostos para termos polícia, escolas e SUS; ao mesmo tempo, é doloroso saber que nosso o dinheiro do imposto desce ralo abaixo, indo por exemplo para a EPL -  Empresa de Planejamento e Logística S.A. -, estatal criada para construir o famigerado trem-bala ligando Rio de Janeiro e São Paulo. A EPL consome cerca de R$ 70 milhões por ano do orçamento público para pagar os salários de 140 funcionários e fornecedores, que prestam serviços de projetos e pesquisas na área de transporte. Suas receitas não cobrem seus gastos e o contribuinte vem socorrê-la para fechar as contas. O trem-bala felizmente não saiu do papel. Era um luxo desnecessário, devido à existência de transporte aéreo e rodoviário baratos conectando Rio de Janeiro e São Paulo – isso em um país onde milhões de crianças moram em casas não conectadas à rede de esgoto. Se continuássemos a sandice de construir o trem-bala, mais cedo ou mais tarde teríamos de desviar recursos de saúde e da educação para cobrir as perdas de mais uma empresa estatal mal pensada. Assim como a EPL, existem outras fontes de desperdício no setor público. Não só em empresas estatais, mas também em assessorias de parlamentares, frequentemente ocupadas por genros preguiçosos ou sobrinhos surfistas que raramente pisam em Brasília e não contribuem em nada para o país. É tarefa de quem quer um Brasil melhor para todos desmontar o desperdício. À medida que pouparmos, fechando estatais e cortando as mamatas, podemos destinar mais recursos para as funções do Estado que de fato beneficiam a população.   Para ficar por dentro do que rola no Por Quê?, clique aqui e assine a nossa Newsletter.
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