Seu amigo, o ETF

Estamos falando há algum tempo que sua poupança para a aposentadoria tem que misturar renda fixa com renda variável. Em um artigo demos a receita dessa mistura, que varia de acordo com a idade da pessoa, e dissemos que um jeito fácil de colocá-la em prática é através da compra de ETFs. Vamos explicar melhor o que são esses ETFs.


ETF é a sigla em inglês para exchange-traded fund que, em português, significa fundo transacionado na Bolsa. Esses fundos começaram a ser transacionados nos Estados Unidos em 1993. Hoje há aproximadamente 1.500 ETFs por lá e eles representam a principal forma de investimento das pessoas físicas. Por aqui, eles estão começando com tudo. Em 2008, o volume médio diário negociado era de 15 milhões de reais. Em 2019, já chegou a mais de 700 milhões. O crescimento é constante.

Um ETF é exatamente o que seu nome diz: um fundo cuja cota pode ser comprada e vendida no mercado centralizado da Bolsa, através do site de uma corretora. Os ETFs facilitam muito a vida das pessoas que querem investir na Bolsa. Antes deles, uma pessoa que quisesse comprar ações de várias empresas teria que fazer justamente isso, comprar ações de várias empresas, o que trazia duas complicações principais. A primeira era a pessoa ter que gastar bastante com custos de corretagem, pois iria fazer várias operações diferentes. Além disso, e esta era a segunda complicação, quando alguma empresa pagasse dividendos, o dinheiro cairia na conta corrente da pessoa, e ela teria que estar atenta para reinvestir o dinheiro nas ações (pagando novamente mais corretagem). Em contrapartida, ao comprar um ETF, já fica tudo resolvido para o investidor. De uma só vez ele compra ações de várias empresas (indiretamente); além disso, todo o reinvestimento é feito automaticamente.

Atualmente existem 18 ETFs negociados na Bolsa brasileira, sendo 16 de renda variável e dois de renda fixa. Para alguém que poupa para a aposentadoria, sugerimos a compra de ETFs que replicam o investimento em ações de várias empresas (pelo menos 50 empresas) e que replicam o investimento em títulos públicos indexados à inflação. Sugerimos também que a pessoa fique atenta à taxa de administração cobrada por cada ETF (mais do que 0,50% ao ano é caro) e à sua liquidez. Todas essas informações estão no site da Bolsa.




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