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							O filme de Natal Klaus ,
da Netflix, é bem interessante e traz uma lição de economia. Vale a pena
conferir. Não se preocupe, você pode ler o resto do texto: não tem quase nada
de spoiler – menos do que o próprio trailer do filme entrega.
Em economia, muitas transações funcionam com base na confiança. O comprador de um produto precisa confiar, em alguma medida, que o vendedor não lhe entregará gato por lebre. Muitas vezes o vendedor também precisa confiar no comprador, especialmente quando o crédito entra na jogada. Isso porque pode ser que a pessoa não tenha o dinheiro hoje para adquirir o bem – e, portanto, faz a promessa de que pagará no futuro.

Se as pessoas não confiam umas nas outras, diversas dessas transações podem não ocorrer. Os mercados não florescem, os indivíduos têm mais dificuldade de se especializar e, consequentemente, a economia permanece improdutiva.

O filme retrata uma cidade dominada por famílias rivais, que brigam há anos. Ninguém confia em ninguém. O local é sombrio e pobre. Violência e pilhagem abundam.

Como não há oportunidades no setor produtivo, as pessoas preferem não mandar seus filhos para a escola. No linguajar do economista, não há acumulação de capital humano. A professora encarregada de ensinar as crianças torna-se vendedora de peixes – ou seja, o talento é desperdiçado.

O Estado é também fortemente ausente. As estruturas estatais mostradas no filme (correio e escola) simplesmente não funcionam.

Então, eis que tudo muda com a magia do Natal...

Não vou dar spoilers. Assista ao filme.


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Um filme de Natal, com uma mensagem de economia



O filme de Natal Klaus , da Netflix, é bem interessante e traz uma lição de economia. Vale a pena conferir. Não se preocupe, você pode ler o resto do texto: não tem quase nada de spoiler – menos do que o próprio trailer do filme entrega.
Em economia, muitas transações funcionam com base na confiança. O comprador de um produto precisa confiar, em alguma medida, que o vendedor não lhe entregará gato por lebre. Muitas vezes o vendedor também precisa confiar no comprador, especialmente quando o crédito entra na jogada. Isso porque pode ser que a pessoa não tenha o dinheiro hoje para adquirir o bem – e, portanto, faz a promessa de que pagará no futuro.

Se as pessoas não confiam umas nas outras, diversas dessas transações podem não ocorrer. Os mercados não florescem, os indivíduos têm mais dificuldade de se especializar e, consequentemente, a economia permanece improdutiva.

O filme retrata uma cidade dominada por famílias rivais, que brigam há anos. Ninguém confia em ninguém. O local é sombrio e pobre. Violência e pilhagem abundam.

Como não há oportunidades no setor produtivo, as pessoas preferem não mandar seus filhos para a escola. No linguajar do economista, não há acumulação de capital humano. A professora encarregada de ensinar as crianças torna-se vendedora de peixes – ou seja, o talento é desperdiçado.

O Estado é também fortemente ausente. As estruturas estatais mostradas no filme (correio e escola) simplesmente não funcionam.

Então, eis que tudo muda com a magia do Natal...

Não vou dar spoilers. Assista ao filme.


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