E não é que o PIB do Brasil parou de cair? O IBGE anunciou nesta quinta-feira, 1, crescimento de 1 ponto porcentual no primeiro trimestre de 2017. Os destaques foram a agricultura (13,4%) e a indústria de transformação (0,9%).

Parecia uma eternidade. Foram oito trimestres seguidos de crescimento negativo do PIB, começando no primeiro trimestre de 2015.  Mas a economia já andava de lado, derrapando, desde pelo menos meados de 2014. Isso mesmo, desde aquela fatídica Copa do Mundo do 7 a 1.

Agora, após longo período de contrações econômicas, nosso PIB está mais de 6 pontos porcentuais abaixo do nível alcançado durante a Copa do Mundo. Pior: o consumo das famílias caiu mais de 8 pontos porcentuais – ainda mais que o PIB. Se considerarmos o crescimento populacional, o consumo das famílias per capita deve ter caído mais de 10 pontos porcentuais!

Ainda temos um longo caminho para voltarmos ao patamar de 2014. O primeiro passo foi dado. Não é um grande consolo, mas o PIB de 2017 deve ser positivo.

Por um lado, com a inflação domada, o Banco Central deve continuar a reduzir os juros daqui em diante. Além disso, e a economia já deve estar começando a responder às reduções de juros ocorridas desde o ano passado. Por outro lado, nos próximos meses, a crise política e seus efeitos nos mercados ainda vão dar motivo para enxaquecas.

Se as duas forças se neutralizarem, ou seja, se o estímulo da política monetária for comparável ao desestímulo causado pela crise política; e a economia crescer zero para o resto do ano, terminaremos 2017 com crescimento acumulado de 0,3% em 12 meses.

Mas vamos fazer melhor que isso...

Acabou a recessão no Brasil?

E não é que o PIB do Brasil parou de cair? O IBGE anunciou nesta quinta-feira, 1, crescimento de 1 ponto porcentual no primeiro trimestre de 2017. Os destaques foram a agricultura (13,4%) e a indústria de transformação (0,9%). Parecia uma eternidade. Foram oito trimestres seguidos de crescimento negativo do PIB, começando no primeiro trimestre de 2015.  Mas a economia já andava de lado, derrapando, desde pelo menos meados de 2014. Isso mesmo, desde aquela fatídica Copa do Mundo do 7 a 1. Agora, após longo período de contrações econômicas, nosso PIB está mais de 6 pontos porcentuais abaixo do nível alcançado durante a Copa do Mundo. Pior: o consumo das famílias caiu mais de 8 pontos porcentuais – ainda mais que o PIB. Se considerarmos o crescimento populacional, o consumo das famílias per capita deve ter caído mais de 10 pontos porcentuais! Ainda temos um longo caminho para voltarmos ao patamar de 2014. O primeiro passo foi dado. Não é um grande consolo, mas o PIB de 2017 deve ser positivo. Por um lado, com a inflação domada, o Banco Central deve continuar a reduzir os juros daqui em diante. Além disso, e a economia já deve estar começando a responder às reduções de juros ocorridas desde o ano passado. Por outro lado, nos próximos meses, a crise política e seus efeitos nos mercados ainda vão dar motivo para enxaquecas. Se as duas forças se neutralizarem, ou seja, se o estímulo da política monetária for comparável ao desestímulo causado pela crise política; e a economia crescer zero para o resto do ano, terminaremos 2017 com crescimento acumulado de 0,3% em 12 meses. Mas vamos fazer melhor que isso...
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