As Bolsas brasileira e americana na pandemia

A Bolsa americana (S&P 500) estava valendo ao redor de 3.300 pontos antes da crise do Covid. A Bolsa brasileira (Ibovespa), em torno de 120 mil. Em seus piores momentos durante a crise, a Bolsa americana chegou a 2.200 pontos (queda de 33%) e a brasileira a 63 mil pontos (queda de 47,5%). Ambos ocorreram no mesmo dia, 23 de março. Hoje, na abertura do dia 26 de maio, elas estão a, respectivamente, 3 mil pontos (alta de 36% frente ao pior momento) e 87 mil pontos (alta de 38% frente ao pior momento).




Quer dizer, a Bolsa brasileira sofreu muito mais com a crise (queda de 47,5% aqui contra 33% lá) e, agora, numa possível recuperação, está subindo igual (alta de 38% aqui contra 36% lá). A situação fiscal prévia do país, a crise política atual e a maneira tresloucada com que estamos lidando com a pandemia nos deixaram muito frágeis.


Como a queda do Brasil foi de 47,5% e a dos Estados Unidos foi de 33%, precisamos agora ter uma alta percentual muito maior do que a americana para voltarmos para o mesmo lugar em que estávamos antes da pandemia. Nós precisamos subir 90%, eles 51%. Nessa possível recuperação atual, andamos um pouco mais de um terço do caminho (36% dos 90%); eles já andaram bem mais da metade (38% dos 51%). É isso aí: caímos mais e mais rápido e estamos subindo menos e mais devagar. Que triste.



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