Corona: o impacto

Em poucas semanas, o mundo virou de pernas para o ar. A passagem do ano foi relativamente tranquila, com a maioria dos analistas esperando um crescimento mundial maior em 2020 do que em 2019. Mas o carnaval foi chuvoso e deu um banho de água fria no crescimento mundial. O Covid-19 balançou o coreto.

Obviamente, é muito difícil dizer quando a situação epidemiológica vai se estabilizar. Mas o fato de que este marco temporal está sendo consistentemente adiado lançou as raízes do pânico que vemos se instalar: falta de máscaras para profissionais de saúde, bloqueios a pessoas viajando a partir das zonas mais afetadas etc. E a economia já está desacelerando.

Com um monte de gente em quarentena, a produção no epicentro do coronavírus, a China, despencou. Estivéssemos nós nos anos 1990, o impacto sobre a economia mundial de uma desaceleração chinesa não seria catastrófico. Mas duas coisas relevantes ocorreram nessas décadas: a China se transformou na segunda maior economia do mundo e a configuração da produção mundial de bens mudou, e hoje as cadeias de valor global estão por trás da produção de diversos bens industriais. 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           O termo cadeias globais de valor é somente uma maneira chique de dizer que as diferentes partes que compõem os bens são produzidas em países distintos. Assim, com muito trabalhador chinês parado em casa, começam a faltar peças para produção de diversos produtos em outros cantos do mundo. As cadeias globais de valor sem dúvida incrementam a produtividade da economia mundial. Mas o outro lado da história é o seguinte: quando acontece algum problema com um membro importante da cadeia, a confusão se dissemina mais rapidamente – no pun intended.

Isso tudo para dizer que a economia brasileira muito provavelmente crescerá menos do que os 2,2% previstos por vários analistas em 2020. Com o corona, que não é light, 1,5% parece-nos uma projeção mais realista. 


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