O cartel da Opep

No último final de semana, a Opep+ – Organização dos Países Exportadores de Petróleo e mais outros grandes produtores – se reuniu para decidir o que fazer com a produção de petróleo. Com a queda na demanda por causa do coronavírus e a briga entre Russia e Arábia Saudita, o preço do petróleo vem desabando. Caiu de 60 dólares no começo do ano para algo perto de 20.


Frente a isso, os países produtores resolveram fazer um corte histórico. Vão reduzir a produção de petróleo em 9,7 milhões de barris ao dia até maio, em 7,6 milhões de barris ao dia de maio a julho e, finalmente, em 5,6 milhões até fim de 2022. Essa redução será suficiente para segurar os preços? Ninguém sabe ainda. O preço do petróleo hoje abriu bem volátil.  

Mas essas reuniões da Opep não ferem a lei da concorrência? Produtores se reunindo para combinar preço não é cartel? Sim, a Opep é, na verdade, o maior cartel do mundo. Mas pode? Bom, nesse caso parece que pode, não é? Acontece que cartéis são proibidos pelos governos dos países para protegerem seus consumidores – as leis variam bastante pelo mundo. Mas os membros da Opep são os próprios governos, que, a princípio, têm como objetivo estabilizar o preço de um produto fundamental para o mundo. Os países produtores argumentam que muita volatilidade no preço do petróleo não faria bem para ninguém. Faz sentido, como estamos vendo agora.


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