Uma plataforma que vai te ajudar a entender um pouco mais de economia.

							
Não tanto quanto muita gente parece pensar. Como nós sabemos disso? Por meio dos dados que o Google passou a disponibilizar. Esses dados são coletados através do uso de celulares. Como muita gente vai para lá e vem para cá de celular no bolso, temos alguma segurança de que essa informação é representativa de quanto as pessoas andam se movendo por aí. Ou de quanto andam não ficando em casa.

O Google disponibiliza os números para diversos países, mas fiquemos pela América Latina mesmo, onde seguir regras e aguentar com paciência que a taxa de reprodução epidemiológica caia não são o forte da moçada. Quanto caiu a circulação de pessoas no Brasil, vis-à-vis, digamos, a Argentina de Messi?

Há duas características marcantes nesse gráfico: primeiramente, o alto grau de correlação entre as curvas de mobilidade dos dois países. Note que entre o final de março e o começo de abril, as pessoas ensaiam uma saída da quarentena em ambos países, com uma bela freada ali pelo meio de abril, seguida de uma queda de adesão ao isolamento em maio. No final do mês passado, argentinos e brasileiros voltam a sair mais frequentemente de casa, entrando em junho a todo vapor. A segunda característica marcante é que a adesão ao isolamento foi bastante maior na Argentina, com queda inicial de 70%. O máximo de queda no Brasil foi de 45%, que é onde a Argentina se encontra hoje! Em toda a América Latina, o Brasil e o México foram os países que menos aderiram ao isolamento. Coincidência que seus presidentes possam ser sem muita discórdia classificados como negacionistas e populistas?
   


Para ficar por dentro do que rola no Por Quê?clique aqui e assine a nossa Newsletter.


Siga a gente no Facebook e Twitter!
Inscreva-se no nosso canal no YouTube!
Curta as nossas fotos no Instagram!


O país parou mesmo?

Não tanto quanto muita gente parece pensar. Como nós sabemos disso? Por meio dos dados que o Google passou a disponibilizar. Esses dados são coletados através do uso de celulares. Como muita gente vai para lá e vem para cá de celular no bolso, temos alguma segurança de que essa informação é representativa de quanto as pessoas andam se movendo por aí. Ou de quanto andam não ficando em casa.

O Google disponibiliza os números para diversos países, mas fiquemos pela América Latina mesmo, onde seguir regras e aguentar com paciência que a taxa de reprodução epidemiológica caia não são o forte da moçada. Quanto caiu a circulação de pessoas no Brasil, vis-à-vis, digamos, a Argentina de Messi?

Há duas características marcantes nesse gráfico: primeiramente, o alto grau de correlação entre as curvas de mobilidade dos dois países. Note que entre o final de março e o começo de abril, as pessoas ensaiam uma saída da quarentena em ambos países, com uma bela freada ali pelo meio de abril, seguida de uma queda de adesão ao isolamento em maio. No final do mês passado, argentinos e brasileiros voltam a sair mais frequentemente de casa, entrando em junho a todo vapor. A segunda característica marcante é que a adesão ao isolamento foi bastante maior na Argentina, com queda inicial de 70%. O máximo de queda no Brasil foi de 45%, que é onde a Argentina se encontra hoje! Em toda a América Latina, o Brasil e o México foram os países que menos aderiram ao isolamento. Coincidência que seus presidentes possam ser sem muita discórdia classificados como negacionistas e populistas?
   


Para ficar por dentro do que rola no Por Quê?clique aqui e assine a nossa Newsletter.

Siga a gente no Facebook e Twitter!
Inscreva-se no nosso canal no YouTube!
Curta as nossas fotos no Instagram!

O que você achou desse texto?

*Não é necessário cadastro.

Avaliação de quem leu:

Avalie esse texto Não é necessário cadastro

A plataforma Por Quê?Economês em bom português nasceu em 2015, com o objetivo de explicar conceitos básicos de economia e tornar o noticiário econômico acessível ao público não especializado. Acreditamos que o raciocínio econômico é essencial para a compreensão da realidade que nos cerca.

Iniciativa

Bei editora
Usamos cookies por vários motivos, como manter o site do PQ? confiável ​​e seguro, personalizar conteúdo e anúncios,
fornecer recursos de mídia social e analisar como o site é usado. Para maiores informações veja nossa Política de Privacidade.