O que é destruição criativa?

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Muita gente mais jovem provavelmente não conhece o objeto da esquerda na foto (o “pai”). Trata-se de um disquete (floppy disk), que servia para armazenar dados e transferi-los entre computadores. Eram muito populares até a década de 1990. O disquete em questão conseguia guardar até 1,44 megabites.

Hoje ninguém mais usa disquetes. Há alternativas mais compactas, mais duráveis, e que conseguem armazenar uma quantidade muito maior de dados. É o caso do “filho” na foto – um cartão de memória. Um cartão desses de 64 gigabites tem capacidade 44 mil vezes superior à do antigo disquete.

A foto ilustra o processo de inovação conhecido em economia como “destruição criativa”. Tecnologias novas surgem (como o CD, que está no meio desse processo), capazes de entregar o mesmo produto ao consumidor a um custo mais baixo ou com qualidade superior. E com isso destroem as tecnologias antigas, tornando-as peças de museu.

Nesse ramo em particular o processo é intenso. Mesmo o “filho” e seu primo pen drive parecem estar com os dias contados com o surgimento e popularização de uma nova tecnologia – o armazenamento em nuvem.

Na música observamos um processo semelhante, mas não tão radical. Discos de vinil foram substituídos ao longo do tempo por outras tecnologias (CD, MP3, streaming), mas não chegaram a sumir totalmente do mapa. E recentemente ganharam impulso. Discutimos isso em outro texto. Veja aqui.

 
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