Parece brincadeira, mas ainda estamos falando de cloroquina

A vacina contra a covid-19 já começou a ser aplicada no Reino Unido e logo chegará a outros países. É a esperança de acabar com o sofrimento trazido pela pandemia. Deve ainda possibilitar a recuperação plena da economia mundial. Parece brincadeira, mas no Brasil ainda estamos falando de cloroquina.

Não há nenhuma evidência de que o remédio é efetivo no combate ao coronavírus. Mas o governo brasileiro gastou os escassos recursos de que dispõe para produzi-lo em massa. Um enorme desperdício, em especial numa época em que aplicar corretamente o dinheiro público destinado à saúde é tão importante.
Agora, sabemos que esses estoques estão encalhados, e o Ministério da Saúde pretende distribuir a cloroquina (junto com a azitromicina, outro remédio sem eficácia comprovada) no Programa Farmácia Popular.

Não é só desperdício de dinheiro público. Ao insistir em medicamentos sem comprovação científica, o governo passa a mensagem à população de que medidas preventivas (como usar máscaras, lavar as mãos com frequência e praticar distanciamento social) não são necessárias. Afinal, se a pessoa contrair a covid-19, há um remédio milagroso.

De quebra, algumas pessoas podem se recusar a tomar vacinas no futuro. Ainda mais se o presidente Bolsonaro desautorizar a imunização em nome de tratamentos alternativos. 


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