Preço diferente na balada para homens e mulheres: pode ou não pode?

Preço diferente na balada para homens e mulheres: pode ou não pode? Antes podia, depois não podia mais, agora parece que pode de novo. Confuso, né? Lembra a história deste cara aqui, talvez você já tenha recebido pelo WhatsApp: Na noite de terça-feira, 1, a Justiça Federal de São Paulo autorizou a cobrança de preços diferentes para moças e rapazes.  Decisão anterior, do Ministério da Justiça, havia proibido esse arranjo, por considerar que a prática coloca a mulher em posição inferior à do homem. Elas seriam usadas pelos estabelecimentos como "iscas" para atrair o sexo oposto. (Por sinal, o Ministério da Justiça se esqueceu de um "detalhe": não existem apenas heterossexuais.) Mas, sem entrar no mérito moral da questão, do ponto de vista econômico, qual a lógica de preços diferentes para homens e mulheres na balada? Comentamos por aqui, quando a Justiça proibiu a tática: "Baladas se tornam desinteressantes quando há um desequilíbrio muito elevado entre gêneros." E quais as consequências esperadas, caso uma nova reviravolta proíba os preços diferentes? "As baladas provavelmente passarão a adotar um preço (único agora) no meio do caminho. Ou seja, preço diminuirá para homens e aumentará para mulheres. Esse mecanismo não deve vir de imediato, já que empresas demoram algum tempo para reajustar políticas de preços. Mas essa é a tendência esperada." Clique aqui para ler essa análise completa! :) Para ficar por dentro do que rola no Por Quê?, clique aqui e assine a nossa Newsletter.
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