Qual a chance de um robô roubar o seu emprego?

The-Jetsons-and-Rosie-the-Robot-divulgação-reprodução Maior rede de restaurantes fast food do mundo, o McDonald’s apostou na tecnologia e abriu seu primeiro estabelecimento digital em São Paulo, com estações de autoatendimento e tablets nas mesas para os clientes. Esse processo de transformação ocorre no mundo todo e chegará a todas as unidades do país em poucos anos, com o intuito de atender às necessidades do consumidor e ganhar ainda mais espaço no mercado de hambúrgueres. Mas o McDonald’s é apenas um exemplo. As novas tecnologias estão sempre surgindo de forma imprevisível e diminuindo o custo de produção de bens e serviços - o que aumenta a eficiência econômica. Não se sabe ao certo, no entanto, se a tecnologia destrói mais empregos do que cria. Há estudos que dizem o contrário. Mas, se esse saldo é negativo, teremos um cenário de muito desemprego e salários cada vez mais baixos em um futuro próximo. O que se sabe é que diversas funções foram extintas, enquanto outras surgiram. Situação complicada e triste para quem perde o emprego e não consegue inovar e se qualificar para uma nova área de trabalho. Todos os bens e serviços, seus respectivos mercados, estão mais ou menos expostos a essa realidade. Um estudo de Oxford calculou a probabilidade de mais de 700 profissões serem substituídas por máquinas nos próximos anos. A seguir, você confere dez dessas profissões à beira da extinção: profissões Repare só: empregos que se caracterizam por procedimentos mecânicos e repetitivos são os que mais tendem a desaparecer. Garçons e atendentes são duas funções do exemplo do McDonald’s. Operadores de telemarketing, atendentes e caixas de banco não se sustentarão com sistemas de reconhecimento de voz cada vez mais poderosos. Taxistas e motoristas de carros compartilhados talvez deixem de existir, sendo substituídos por carros-robôs. Por outro lado, profissões que exigem profissionais criativos e sociáveis, que tenham boa relação interpessoal e com o espaço em que estão inseridos, têm menos riscos de serem extintas. Veja abaixo dez dessas funções, selecionadas do estudo da Oxford:   Profissoes1   Mas isso não quer dizer que não possamos ver também advogados, escritores ou médicos serem substituídos por máquinas também. A Forbes, por exemplo, já tem jornalistas robôs. Computadores são capazes hoje até de resolver problemas judiciais. Máquinas superam médicos em precisão de exames e diagnósticos. E o economista? Segundo o estudo, a probabilidade da profissão ser substituída por máquinas no futuro é de 43%. Será que você corre esse perigo? Veja a lista completa na Oxford clicando aqui.   Para ficar por dentro do que rola no Por Quê?, clique aqui e assine a nossa Newsletter.
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