Brasil já tomou calote de Moçambique. Vem aí o da Venezuela?

lula_chavez_campos

Sentimos muito lhes comunicar, mas dirigir bêbado em alta velocidade aumenta os riscos de acidente. Já se o sujeito dirigir bêbado, em alta velocidade, com os olhos fechados e sem cinto de segurança na marginal do rio Tietê, o risco de acidente não aumenta. Pois não é mais risco e sim certeza; pois não é mais acidente e sim tentativa de suicídio.

Pois é, estamos assistindo a algo parecido com os empréstimos que o governo garantiu para alguns países escolhidos: Venezuela, Cuba, Moçambique...

Não havia e nunca houve dúvida alguma por parte de qualquer pessoa informada de que esses empréstimos nunca seriam pagos completamente. Eram uma forma disfarçada de transferir riqueza do contribuinte brasileiro para aqueles países e para algumas grandes empresas brasileiras (adivinhe quais!).

Havia também outros beneficiários na jogada. As investigações da Lava Jato já mostraram que agentes do governo ou partidos políticos brasileiros recebiam propinas das tais grandes empresas (adivinhe quais!).

Cabe investigar se os países beneficiados pagavam lateralmente agentes do governo ou partidos políticos brasileiros.

Moçambique já deu o calote no Brasil - veja mais aqui. E não é por má vontade. Eles realmente estão falidos. Tomaram emprestado até não poder mais, mentiram sobre quanto tomaram e seus credores têm o direito de se sentir inconformados e dar murros na mesa. Não que isso adiante.

A Venezuela deve ser o próximo país a dar o calote. Suas receitas de petróleo estão em grande parte comprometidas para credores mais fortes (China) e aquilo que não foi reservado para os chineses tem encolhido devido ao sucateamento da indústria petrolífera.

O esquema funcionava assim: um país “amigo” contratava a empresa brasileira para fazer uma obra, como o metrô de Caracas. O BNDES lhe adiantava os recursos financeiros, a juros baixos e muitas vezes com um prazo de carência de até 25 anos. O Tesouro, digo o contribuinte brasileiro, garantia o pagamento.

Do ponto de vista do BNDES, era um negócio seguro, pois, quando o país anunciasse que não repagaria o empréstimo (mera questão de chegarmos ao fim do prazo de carência em alguns casos), o banco cobraria as garantias do Tesouro Nacional. Isto é, do brasileiro que tem que arcar com mais impostos, ou se conformar com menos escolas e hospitais no Brasil.

 
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