Liquidez

Como a moeda é o meio de troca generalizadamente aceito da economia, ela pode ser convertida em qualquer outro bem disponível para a venda. Desse modo, pode ser metaforicamente vista como um líquido capaz de assumir qualquer forma a depender do seu recipiente.

A liquidez de um ativo é, então, definida como a facilidade com que esse ativo é convertido no meio de troca da economia. Como a moeda é o próprio meio de troca, ela é o ativo de maior liquidez. Outros ativos, como ações e títulos não são tão líquidos quanto a moeda, mas ainda são razoavelmente líquidos, pois podem ser transformados em moeda com certa facilidade. Carros e imóveis, por outro lado, em geral requerem bastante tempo e esforço para serem vendidos e, por tal motivo, são bens de pouca liquidez.

Possuir ativos líquidos e, em especial, moeda, tem vantagens e desvantagens em relação a ativos de menor liquidez. A vantagem mais óbvia de manter moeda é a de que as compras e vendas do dia-a-dia são feitas em moeda, e não em outros ativos. A moeda também é vantajosa para proteger o detentor de possíveis flutuações da economia. Se, por exemplo, toda sua riqueza está investida em ações de uma empresa cujo valor repentinamente cai em 50%, sua riqueza também irá diminuir pela metade. A grande desvantagem da moeda, por outro lado, está no seu baixo (depósitos à vista em contas-poupança) ou nulo (papel-moeda) rendimento se comparado ao usualmente obtido pelos demais ativos. Na verdade, como a taxa de inflação é em geral positiva, quem segura moeda perde: o poder de compra de uma nota de R$ 10, por exemplo, declina ao longo do tempo.

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