Cobradores de ônibus estão em extinção?

O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou o prefeito de São Paulo, João Doria, a acabar com a profissão de cobrador de ônibus na cidade. Fosse quem fosse o prefeito da vez, a decisão tomada faz todo sentido.

A ação da Prefeitura na Justiça, é bom lembrar, começou na gestão Haddad. A justificativa do ex-prefeito: tornar mais eficiente o sistema de cobrança das tarifas em novos corredores de ônibus, os chamados BRTs (sigla para o termo em inglês “bus rapid transit”, ou seja, “trânsito rápido de ônibus”). Com um sistema de pré-embarque, a passagem seria paga antes de o usuário entrar no transporte, agilizando as coisas.

Mas qual a lógica econômica por trás da extinção dos cobrador de ônibus?

Dois bons argumentos:

1) A folha de pagamentos dos cobradores custam cerca de R$ 1 bilhão ao ano para a Prefeitura de São Paulo. Com esse valor, por exemplo, seria possível comprar umas 1.800 viaturas policias ou 1.200 ambulâncias;

2) O desenvolvimento da economia depende do progresso tecnológico para florescer. Naturalmente, algumas profissões deixam de ter razão de ser e dão lugar a outras, mais adequadas à dinâmica da sociedade. É o que se chama de "destruição criativa".

Sobre esse segundo aspecto, vale destacar: o poder público precisa encontrar soluções para realocar a massa de trabalhadores cuja função perde utilidade - caso dos atuais cobradores de ônibus, em boa parte, arrimos de família.

No início do ano, discutimos aqui no blog o bem-vindo fim da profissão de cobrador de ônibus. Relembre clicando aqui!

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