O que economia tem a ver com astronomia?

Um estudante da Universidade do Texas criou um mapa interativo que acompanha milhares de detritos, satélites e restos de foguetes que orbitam a Terra. Clique na imagem abaixo para visualizar:

lixo espacial

 

Muito desse emaranhado foi parar no espaço durante a corrida espacial do século 20, entre Estados Unidos e União Soviética. Desde então, muitos projetos espaciais foram e continuam sendo lançados para a exploração de novos recursos. Os pontos cinzas são detritos espaciais; os azuis, satélites em órbita; e os vermelhos, restos de foguetes.

Mas e onde entra a economia nisso?

O estudo da economia é fundamentado pelo princípio de que os recursos são escassos. E muito dinheiro é destinado para a astronomia. Geralmente, vêm de países desenvolvidos, que mantêm agências como a Nasa (Agência Espacial dos Estados Unidos) ou a ESA (Agência Espacial Europeia).

A Nasa, por exemplo, está investindo na exploração de um asteroide chamado “16 Psique”, composto principalmente de ferro. O objeto é avaliado em aproximadamente 31 quintilhões de reais. Ou melhor, R$ 31.000.000.000.000.000.000,00.

Para ter apenas uma ideia do que esse número representa: o PIB do mundo inteiro não passa de um grão de areia perto disso.

Caso a Nasa consiga obter esses recursos, a economia mundial estará em xeque. Quem se beneficiaria com essa quantidade enorme de minerais, caso fossem trazidos para o nosso planeta? E quem seria prejudicado? O que será feito com esse recurso? Os países que investem nesse projeto se tornarão “eternamente” mais ricos?

De acordo com cientistas, o universo é infinito. Num futuro distante, há quem aposte que o problema econômico da escassez de recursos seja resolvido por causa disso. Será?

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